Cássio Viana de Jesus, diretor de investimentos e novos negócios avalia que o tarifaço deve ser entendido menos como um choque comercial direto e mais como um fator de pressão macroeconômica. Para ele, o risco principal está na possível reação do mercado: câmbio mais pressionado, juros mais sensíveis e maior cautela do investidor estrangeiro diante da relação bilateral entre Brasil e Estados Unidos.